Um acordo e nada mais - Clube dos sobreviventes II
Nota do leitor:
Hoje vamos de Um acordo e nada mais da serie do Clube dos sobreviventes - 2 de Mary Balogh que traz a historia de Viscent Hunt, visconde de Darleigh que recebeu seu titulo recentemente por causa da morte prematura de seu tio e primo em um acidente. Viscent também faz parte dos integrantes do clube dos sobreviventes, após ir para batalha o sr Hunt si machuca gravemente em um canhão ao carrega-lo de munição e fica cego e surdo posteriormente depois de vários dias em recuperação na casa do Duque Stanbrook, Viscent tem sua audição restabelecida mas sua visão fica perdida.
Sim caras leitoras nosso visconde é cego e por esse motivo sua família acha que ele necessita a cada instante de sua vida de auxilio, algo que Viscent esta farto por ter sempre que necessitar de alguém. Por mais que sua família não reclame cada qual necessita de vida própria então todos estão convencidos de que o visconde precisa de uma esposa, só si esqueceram de consulta-lo. Quando nosso visconde percebe a trama que sua família esta aprontando ao trazer uma jovem dama que foi apresenta recentemente para a sociedade para sua casa reclusa no campo, ele não vê outra alternativa ao simplesmente fugir.
E é exatamente isso que Viscent Hunt faz, sem contar a ninguém pedi para seu leal valete e melhor amigo Martin Fisk a preparar as malas e saírem de fininho sabe si la para onde kkk No fim eles vão para Lake District onde passam três semanas felizes e agradáveis. Quando parecia ser a hora de voltar para casa Viscent não si sentia preparado ainda então eles partem em rumo a Casa Covington em Barton Hall sua antiga cidade de antes de ganhar seu titulo. La eles tem a total intenção de ser totalmente discretos e não fazer alarde a ninguém que estão na cidade, mas alguém, muito inesperada presencia sua chegada nas sombras, alguém que viria ha ser sua esposa Sophia Fry.
Viscent não foi muito discreto quanto tinha imaginado, assim que o dia raiou metade da pequena cidade veio lhe receber e trazer suas boas vindas, inclusive os Murchs. Uma família com síndrome de grandeza, por mais que sejam bem afortunados os Machrs não carregam títulos de nobreza na família e ao verem a chegada de um visconde fica claro que é o arranjo perfeito para casarem sua filha Herientta March. Então os March convidam Vincent para um jantar que depois veio a ser só uma visita já que Viscent si recusa a comer em publico - o que é algo completamente compreensível.
A visita transcorre tranquilamente entediante, na sala estão o Sr e a Sra March,a Srta Herientta e a ratinha, é como apelidaram a sobrinha pobre que viera a morar com eles recentemente. Sophia permanece nas sombras, somente observando e sem nem ao menos fazer qualquer ruído já que ninguém tem a mínima intenção de apresenta-la ao visconde Darleigh, ele somente percebe sua presença depois que alguém necessita que busquem algo no outro cómodo, mas ainda assim não são apresentados. Os Marchs ficam convictos com a união de sua filha e o visconde e artimanham uma tramóia para pega-lo desprevenido e obriga-lo a pedir a jovem em casamento o que não seria muito difícil convenhamos.
A cidade prepara uma festa de boas vindas há Viscent, um tipo de um baile modesto. Viscent cai direitinho na artimanha dos Marchs e vai caminhar com a srt Henrietta em um local totalmente isolado que deixaria claro para qualquer um que os vice que não estão só caminhando. Contudo Sophia vem resgata-lo, sem más intenções e por puro impulso Sophia surge com a desculpa de trazer o casaco da prima descompremetento a situação, só então Viscent si da conta da armadilha que ia cair. Quando voltam ao baile A srta March logo dispensa Viscent para contar sua frustração aos pais, a oportunidade perfeita para nosso visconde agradecer a sua heroína. Logo após um momento juntos eles confidenciam um sonho em comum, de poderem viverem com independência e tranquilamente sem pessoas para si colocarem em seu caminho, um sonho ingénuo dada as circunstancia que estão.
No dia seguinte Viscent fica sabendo que os Marchs expulsaram a jovem dama de sua residência deixando-a sem abrigo e nem para onde ir, por bondade do vigário a jovem passou a noite na igreja mas essa situação não poderia si estender. E claro que nosso visconde não pensa duas vezes em ir atrás da jovem que o tirou das garras de um casamento, assim como também não pensa duas vezes em pedi-la em casamento, sim cara leitora isso mesmo em casamento. Sophia não tem mais família, nem casa, nem amigos, muitos menos sabe o que deveria fazer agora e quando vê um visconde pedi-la em casamento logo recusa, é totalmente inesperado e louco. Mas o sr Hunt a convence colocando um pretexto por trás do pedido, após si casarem iriam viver um ano juntos, sendo que nesse período de tempo Sophia ajudaria Viscent a conquistar sua independência com a família, passado esse período ambos seguiriam casados porem poderiam seguir seus respectivos sonhos de viverem em paz e isolados.
O acordo estava feito Viscent só teria que ir para Londres si casar as escondidas da família e voltar para sua residência e apresenta sua nova esposa a família, simples assim, então eles partem para Londres. La si encontra com os recém casados Lorde e Lady Trentham, amigos do visconde. Lady Trentham si encarrega de ajudar Sophia a comprar literalmente um guarda roupa novo para a srta Fry, já que a moça só tinha uma peça em sua bolsa de viaje. Enquanto isso Viscent si hospeda na casa de seu velho amigo o duque de Stranbook e busca uma licença especial de casamento.
Sophia Fry era uma jovem que vivia a margem das sombras, sempre foi uma moça pequena de aparência miúda, seus cabelos que foram cortados por ela mesma eram curtos e davam a impressão que ela fosse um menino, a srta Fry tinha uma frágil auto-estima que era quase inexistente naquele momento. Seu histórico familiar também não era nada para si agradar, seu pai foi um apostador e sua mãe os abandonara antes de falecer, com a morte do pai Sophia ficou sozinha sua tia que a abrigara nunca lhe trocara uma mera silaba e com a morte desta, sua outra tia que viera a ser a família March a tratava como uma criada. Sophia era uma moça frágil e quando viu um promissor visconde lhe propor casamento não acreditava ser real, e prometeu a si mesma que daria todo o amor que cabia em si para aquele casamento, mesmo com o acordo de liberdade, do qual não tinha mais tanta certeza si desejava, já que estava sendo pela primeira vez em sua vida amada. Depois de lady Trentham ajudar com as roupas e com o cabelo de Soghia ela propõe uma pequena comemoração após o casamento já que todos os amigos do clube dos sobreviventes estavam na cidade excerto o barão Benedict, uma proposta muito bem vinda.
Após o casamento Vicent e Sophia vão para Middlebury Park em Gloucestershire a residência do visconde, lá encontram com a família do visconde que já sabia de toda a novidade, mas ainda não acreditava na realidade. Confesso caras leitoras que odiei terrivelmente a mãe do nosso visconde nesse momento assim como sua irmã, Viscent mal desce da carruagem e encontra com sua mãe em seus braços clamando para não ser verdade que ele tenha si casado com uma moça tão inadequada, mesmo quando Sophia mostra-se presente a tratam mal e continuam a desacreditar no acontecimento, realmente leva tempo para Sophia ser aceita pela família do visconde.
Não passa muitos dias para que Sophia tenha ideias incríveis de modificações na residência para a independência do lorde Darleigh seja maior, por exemplo treinar um cão guia, que ate então não era nem cogitada a ideia. Sophia realmente trás grandes mudanças para Vincent e em meio a esse turbilhão eles si aproximam cada vez mais e si apaixonam. Viscent Hunt vê seu grande sonho de independência ser alcançado, enquanto Sophia desenvolve sua auto-confiança de uma forma incrível, a única coisa entre o casal é o acordo que fizeram a ambos, mas agora nenhum dos dois desejam mais isso ainda mais quando descobrem que um herdeiro esta a caminho.
Sem duvida alguma esse segundo livro da serie de Mary Balogh é muito melhor que o primeiro, em termos gerais ele é fofo, vemos uma paixão preguiça florescer aos poucos e um companheirismo aconchegante si desenrolar facilmente entre o casal. Quando vemos Sophia e a pouca auto-estima dela claramente nos conectamos com a personagem já que toda mulher já deve ter passado por isso alguma vez em sua vida, e ver a personagem surgir das sombras si levantar e ter auto confiança é muito satisfatório. Adorei a leitura, estou aguardando o lançamento do próximo livro.

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